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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

[news] Claro, BrT e TIM levam licenças 3G; começa disputa por SP

Empresas arrematam parte das regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste, com ágios de até 68,06%
BRASÍLIA - A TIM arrematou no início da tarde desta quarta-feira, 19, a quarta licença da área 2 no leilão de freqüências da terceira geração (3G) de telefonia celular. O lance vencedor foi de R$ 382,284 milhões, correspondente a um ágio de 68,06% sobre o preço mínimo, de R$ 227,472 milhões. Este foi o maior ágio neste segundo dia de disputa. Mesmo assim, o patamar está bem abaixo do que foi verificado na terça, quando os prêmios variaram de 89,62% a 273,92%. A Anatel licitará agora as licenças da área 3, que compreende a região metropolitana de São Paulo, uma das mais aguardadas.


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Mais cedo nesta quarta, a Claro venceu a disputa pela terceira licença da área 2 (Sul, Centro-Oeste, Tocantins, Rondônia e Acre) no leilão de telefonia celular de terceira geração (3G). Após uma rápida disputa com a Nextel, a Claro foi vitoriosa, com um lance de R$ 369,5 milhões, com ágio de 62,44%. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já iniciou o processo de licitação da quarta e última licença da área 2. Depois desse lote começará a disputa das licenças para a Grande São Paulo, que deve ser a mais acirrada do dia.


A Brasil Telecom também conseguiu sua primeira vitória no leilão de terceira geração (3G) de telefonia celular. O grupo comprou a segunda licença da Área 2, que coincide com a região de atuação da empresa em telefonia fixa. A BrT arrematou a licença por R$ 483 milhões, um ágio de 41,56% sobre o preço mínimo, de R$ 341,208 milhões.


Desde terça, esta foi a licença menos disputada, e que rendeu o menor ágio até o momento. No primeiro dia, os prêmios oscilaram de 89,62% a 273,92%. A Anatel já começou a leiloar a terceira licença da Área 2. Estão na disputa as empresas Nextel, TIM e Claro. A Área 3, que inclui a região metropolitana de São Paulo, o interior do Estado e algumas áreas da região Norte, deve ser a mais disputada do dia - é o "filé mignon" do leilão, já que dá direito a operar nos maiores mercados de telefonia celular do País.


O leilão das cinco primeiras licenças, realizado ontem, superou todas as expectativas dos especialistas, chegando a ágios superiores a 200%. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) arrecadou R$ 2,4 bilhões. O apetite voraz dos competidores pelas freqüências fez com que a agência elevasse a sua previsão de ágio total para 100%. Com isso, deverão ser arrecadados R$ 6 bilhões para os cofres do governo federal com todas as 44 licenças.


As empresas Vivo, TIM, Claro e Oi arremataram as quatro licenças da primeira área, que compreende os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe. Elas pagarão ao todo R$ 1,9 bilhão, o que representa um ágio de 160,45% sobre a soma do preço mínimo de cada lote, que era de R$ 736,5 milhões. A Nextel, apesar de não ter levado nenhuma licença na primeira área, serviu de fator-surpresa, acirrando a disputa até os lances finais.


Segundo o presidente da consultoria especializada Teleco, Eduardo Tude, que acompanhou a licitação na própria Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os ágios seriam "bem pequenos" se não fosse a ousada estratégia da Nextel, já que existia uma licença disponível para cada concorrente. "Havia quatro candidatos naturais, que eram Vivo, Oi, TIM e Claro. Com a entrada da Nextel, que disputou forte até o final, passaram a existir quatro lotes para cinco pretendentes", explica.


As freqüências da 3G são tão concorridas porque representam uma nova oportunidade de negócios para as operadoras, com a oferta da banda larga. A tecnologia da terceira geração amplia a capacidade do celular, que passa a exercer novas funções, como um computador portátil que se conecta à internet em alta velocidade, exibindo vídeos e imagens de televisão.


http://www.estadao.com.br/tecnologia/not_tec98363,0.htm

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